Como implantamos o sistema financeiro da Computar — etapas essenciais

Escolher um software é só o começo. O sucesso real vem da implantação — é nessa fase que o sistema se adapta à rotina do escritório e começa a gerar eficiência. A implantação bem feita garante que o investimento entregue os resultados esperados.


As 3 etapas da implementação do software financeiro da Computar

1. Pré-implantação: diagnóstico e planejamento

Na pré-implantação, o provedor — ou quem conduz o projeto internamente — faz um mapeamento completo do escritório: como funcionam os processos financeiros, quem faz o quê, quais são as rotinas de pagamento e recebimento, informações sobre contratos, categorias contábeis, prazos, distribuição de responsabilidades etc.

Com esse diagnóstico, adapta-se o software às necessidades reais do escritório: módulos, campos personalizados, regras internas, relatórios específicos. Também é nessa fase que se define um cronograma de implantação, com prazos e responsabilidades — inclusive um “usuário-chave” que será o principal ponto de contato.


2. Treinamento da equipe

Com o plano definido, passa-se ao treinamento dos usuários. Cada área ou função financeira do escritório deve receber formação específica: por exemplo, quem vai cuidar de custas processuais, quem vai lançar contas a pagar/receber, quem vai emitir faturamentos etc.

Esse treinamento garante que todos saibam usar o sistema corretamente — conhecer as telas, lançar operações, gerar relatórios e seguir os novos processos definidos. Isso é fundamental para evitar erros, resistências e retrabalho.


3. Go-Live: início operacional e adaptação gradual

Finalmente, chega a hora de “ligar” o sistema — o Go-Live. O ideal é ativar o uso conforme cada módulo ou funcionalidade é treinada, dando ritmo ao processo. Dessa forma, o time começa a operar com o software de forma gradual, testando, adaptando fluxos e ajustando conforme a necessidade.

Mas essa etapa pode ser adaptada conforme a preferência ou realidade do escritório — pode haver start completo de uma vez, ou faseado por módulos. A flexibilidade ajuda a reduzir impacto e facilitar a adaptação.


Por que seguir essas etapas faz diferença?

  • Permite adaptar o sistema à realidade específica do escritório — sem “forçar” um modelo genérico.
  • Garante que a equipe saiba usar o sistema desde o início, evitando erros, retrabalho e resistência.
  • Facilita a transição de métodos antigos (planilhas, controles manuais) para um sistema estruturado e confiável.
  • Aumenta a chance de que o software seja incorporado com sucesso nas rotinas diárias — e não abandonado por falta de adoção.
  • Torna a implantação mais previsível, organizada e mensurável.

Esses pontos também estão alinhados às práticas recomendadas para implantação de softwares em empresas: planejamento, análise de requisitos, participação dos stakeholders, controle de mudanças, treinamento e revisão pós-implantação.

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